terça-feira, 2 de agosto de 2011

Ser DJ é ser apaixonado!

Somente uma profissão como essa é capaz de fazer os extremos serem igualmente apaixonados. Deixando a técnica de lado por um momento eu consigo entender um dos motivos pelo qual essa profissão chama a atenção das pessoas, "pura diversão" tanto para uma criança quanto para um senhor. Isso só aumenta a minha certeza de que possuímos a obrigação de respeitar essa profissão maravilhosa e quem a faz ser amplamente reconhecida. Vamos trabalhar com seriedade, pois a profissão por si só já é uma diversão!!!

Vejam os vídeos que ilustram a paixão em ser DJ!





segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Entrevista com a DJ Maysa Moura!

Maysa quando você percebeu que queria ser DJ?
Sempre gostei de musica desde pequena, fazia aula de canto e coisas relacionadas a arte como teatro, além disso tenho irmãs mais velhas então desde 6 anos de idade escutava junto com elas vinil de musica eletrônica e quando comecei a freqüentar as baladas me encantei pelo trabalho dos DJs!

Quanto tempo de profissão? Qual foi sua maior dificuldade no inicio da carreira?
Sou DJ profissionalmente a 9 anos. Minha maior dificuldade foi conseguir ter como profissão apenas a minha carreira de DJ, pois sou jornalista e conciliava as duas coisas, alias as 3 por que também sou atriz, mas depois que ganhei meu espaço no mercado optei por seguir firme como DJ.

Você acredita que a sensibilidade feminina é uma vantagem na condução de uma pista?
Eu acho que a sensibilidade varia de pessoa para pessoa tem mulheres com sensibilidade maior e outras menor, assim é com os homens também, mas as pessoas que tem um feeling apurado conduzem a pista bem melhor independente de ser homem ou mulher. Na minha opinião o que as mulheres tem a mais é charme (rs).

E o mercado, ainda é muito machista?
Nunca sofri preconceito por ser mulher, porém quando comecei tinha muito menos mulher tocando do que hoje. Acho que agora tem muito mais e com um reconhecimento e um espaço maior, mas mesmo assim a maioria dos Djs são homens.

Do seu inicio para cá, que mudança no cenário mais lhe chamou a atenção?
O glamour que se criou em cima da profissão e o reconhecimento desse trabalho a ponto de muitas pessoas quererem seguir essa carreira, além de um número maior de DJs começarem a produzir.

Em sua opinião o que o mercado pode trazer de benefício e malefício para o DJ?
O ambiente em que trabalhamos é muito divertido, não existe rotina, viajamos bastante e damos alegria e diversão para as pessoas. O ruim é não termos décimo terceiro, férias e nem fundo de garantia.


Hoje a música eletrônica pode ser tocada em qualquer região do país?
Pode sim, já toquei em muitos Estados e em todas as regiões e sempre tem um público bacana que curti música eletrônica, a cena cresceu muito e já garantiu seu espaço. Difícil hoje em dia ter uma cidade onde não tenha uma balada, pelo menos uma rádio que toque eletrônico ou festas do gênero.

Qual a sensação de estar entre os 100 tops DJs do Brasil e ser considerada um das melhores DJanes?
Fico feliz que meu trabalho seja reconhecido, pois sempre batalhei bastante e faço tudo com muito amor e dedicação, enfrentando sempre todas as dificuldades e nunca desistindo, sempre acompanhando as exigências do mercado.

Quais as vertentes da música eletrônica tocadas por você?
House Music

Comente um pouco sobre suas produções musicais. O que o publico pode esperar?
Me apaixono cada vez mais pela produção, tenho algumas tracks com remix de grandes nomes da cena como Mora e Naccarati, 2Fuel e Grego, além de algumas parcerias com o Anthony Garcia e 2Fuel tb. Minhas tracks são lançadas pela Building Records uma das maiores gravadoras de musica eletrônica da America Latina. Já fiz remix para um nome forte da cena mundial o Paul Oakenfold e esse ano vai sair mais uma track minha com remix bacana aguardem.

O que recomenda para as garotas que iniciam agora a carreira de DJ?
Muita dedicação, seriedade e pesquisa musical. Se mantenham sempre atualizadas e freqüentem os melhores lugares do gênero que vocês pretendem seguir. E não esqueçam nunca a pista é sempre o seu termômetro.

Para finalizar, que mensagem gostaria de deixar aos internautas que vão ler sua entrevista?
Desejo a todos vocês muita musica boa e muitas baladas com uma mega vibe.

sábado, 23 de julho de 2011

O primeiro DJ do Brasil!!!

O vídeo abaixo é um trecho do documentário Maestro Invisível que fala sobre a vida do Sr. Osvaldo, o primeiro DJ do Brasil!!!

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Fiquem ligados nas próximas entrevistas do Blog I'm a deejay!!!

Pessoal fiquem ligados no Blog I'm a deejay, pois até o final deste ano teremos entrevistas com grandes nomes contando um pouco sobre o inicio de carreira, os obstáculos enfrentados, o que pensam das mudanças no mercado, como lidam com as dificuldades e claro deixando várias dicas sobre esta profissão fantástica!!!

Alguns nomes já estão confirmados e são eles:

DJ Maysa Moura


DJ Nedu Lopes

DJ Igor Willcox

 

DJ Alexander Rey Hunt

Acessem, comentem e perguntem, este espaço é de todos! 

Uma mesa de jantar somente para DJs!!!

Pessoal vejam que bacana a mesa no vídeo abaixo. O efeito visual é muito legal!!! Claro que isso nunca seria uma mesa de jantar, pois na minha opinião não haveria espaço para os pratos e talheres.

terça-feira, 12 de julho de 2011

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Entrevista com a Dj Audrey

Audrey como foram seus primeiros passos? 
Comecei a trabalhar cedo com casas noturnas, aos 14 anos, como telemarketing em clubs e a partir daí fui hostess, assistente de produção e organizadora de eventos. Em 2003 organizava uma balada em São Paulo toda quarta feira muito conhecida na época, o Psybreja. O interesse em ser dj já existia desde adolescente e quando comecei a organizar essa balada o contato com amigos DJs passou a ser diário, daí o processo para me tornar uma DJ acabou sendo natural rs... Meu sócio era DJ e me ensinou a tocar, fazíamos back to back no começo. Quando me senti mais confiante comecei a tocar sozinha e alguns anos depois me aprimorei fazendo curso de performance no vinil com o Dj Alex Hunt.

O fato de ser mulher dificultou ou facilitou seu inicio de carreira? Porque?
Quando comecei não tinham tantas mulheres quanto hoje, então a DJ mulher ainda era novidade. Me ajudou sim, mas também muita gente torceu o nariz. Tive que provar que sabia o que tava fazendo.
 
Qual seu estilo musical e por qual motivo o escolheu?
Tech house. Porque gosto de tocar um som para a pista, com “pegada” mais groovada, bem dançante. O tech house tem todas essas características!

Onde mais gostou de se apresentar e porque?
Ahh,essa pergunta é difícil.. Muitos clubs e eventos marcaram minha história... como o Camarote da Ferrari na Formula 1, Lounge Phillip Morris do São Paulo Fashion Week, a tour que fiz em 2010 em alguns clubs da Europa, Virada Cultural, D.edge, Universo Paralello e muitos outros.. Não existe um preferido. Todas as baladas que já toquei foram importantes e contribuíram para o meu crescimento.

O público tem recebido bem o crescimento da musica eletrônica? Na sua opinião em qual região do Brasil isso é mais visível, fora São Paulo?
Sim, com certeza! Antigamente só víamos multidões cantando junto com seus ídolos de grandes bandas de rock, pop e sertanejo aqui no Brasil, não é mesmo? Hoje em dia DJs atraem multidões, graças a esse crescimento. Viajo muito pelo Brasil e pude perceber que a região Centro Oeste é a que mais cresceu nesses últimos tempos. Festivais com grandes nomes internacionais e nacionais são vistos com freqüência por lá.

O que mais te incomoda em uma noite de trabalho?
Gente bêbada e inconveniente.

O que mais lhe deixa satisfeita em uma noite de trabalho?
Mãos para o alto. Quem é DJ sabe a sensação mais que prazerosa de pegar uma pista calorosa, que interage com você do começo ao fim.

Tem algo na profissão de DJ que lhe incomoda? O que e por quê?
A banalização da nossa profissão, pois não existe nenhum critério e requisito obrigatório para a pessoa atuar como DJ. Hoje em dia qualquer pessoa, sem o mínimo conhecimento, pode “acordar dj” ! rs...

Existe algum projeto em que está envolvido? Qual?
Sim, tenho um projeto novo que é o SAXY junto com o saxofonista Edu Amaral. Estou muito feliz e satisfeita com todas as apresentações que já fizemos e o feedback está sendo muito positivo. Quem quiser dar uma olhada nos vídeos tem bastante coisa nossa no meu canal do youtube: www.youtube.com/djaudreyvideos.

Possuo também um label em sociedade com o meu marido Igor Willcox (projeto E-cox), a WeW records, onde lançamos as músicas principalmente de produtores nacionais. Inclusive convido todos os leitores do Blog que são produtores de house e vertentes a enviarem suas demos para o wewrecords@gmail.com. Tenho outros projetos para o futuro próximo, pois estou fazendo aulas de produção com o meu marido e pretendo começar em breve minhas aulas de canto. Vem novidade por aí! :)
 

O que recomenda aos jovens e principalmente as meninas que iniciam agora a carreira de DJ?
Estudem, pesquisem, façam cursos e tentem se aprimorar a cada dia. Se respeitem, mostrem e provem para todos que vocês são talentosas e que merecem estar ali, não pelo seu corpo ou pelo seu rosto, mas sim pelo seu talento e empenho.


Para finalizar, que mensagem gostaria de deixar aos internautas que vão ler sua entrevista? 
Gostaria de agradecer aos leitores, ao Blog I’M A DEEJAY e a todos que acompanham o meu trabalho! Quem quiser ouvir e baixar os meus sets: www.soundcloud.com/djaudrey e para acompanhar os meus projetos de perto, participem da minha Fan Page: http://www.facebook.com/audreydeejay
Contato para bookings: www.touchsky.com.br